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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A VELHICE

(http://www.flickr.com/photos/bianchi/84789893)
(imagem meramente ilustrativa)

Bill e Sam, dois amigos da terceira idade, encontravam-se no parque todos os dias para alimentar os pássaros, observar os esquilos e discutir os problemas mundiais. Um dia, Bill não apareceu.
Sam pensou que ele poderia estar resfriado ou coisa semelhante.Entretanto, Bill não apareceu nos próximos dias e semanas. Sam ficou preocupado.
Como eles se conheciam somente do parque, Sam não tinha a menor ideia onde Bill morava e ele ficou impossibilitado de saber o que de fato ocorreu com ele.
Passado um mês, Sam estava chateado pois ficou na sua mente a ultima vez que viu Bill. Indo ao parque como de costume, lá estava sentado Bill!
Sam ficou felicíssimo e se aproximou de Bill.
-"Por Deus, Bill, o que aconteceu com você?" 
Bill respondeu, -'Eu estava na cadeia.'
-'Cadeia?' gritou Sam. 'Por que motivo?'
Bill disse: -"Você conhece a Vanessa, aquela garçonete loira e deliciosa da padaria que eu vou de vez em quando?"
-"Claro que me lembro", falou Sam. "E daí?" 
-'Bem, um dia ela foi à Policia e me denunciou por estupro. 
E eu, com meus 89 anos de idade, fui todo feliz para a Corte e me considerei culpado... 
O Juiz me sentenciou a 30 dias por falso testemunho!!!"

sábado, 26 de março de 2011

CORNO SENSATO



No meio de um julgamento, pergunta o Juiz:
O senhor chegou em casa mais cedo e encontrou a sua mulher na cama
com outro homem, correto?
- Correto, meritíssimo! - diz o réu de cabeça baixa.
Continua o juiz:
- Então o senhor pegou sua arma e deu um tiro na sua mulher,
matando-a na hora, correto?
- Correto, meritíssimo! - repete o réu.
- E por que o senhor atirou nela e não no amante dela?
O réu responde - Senhor Juiz... Me pareceu mais sensato matar uma
mulher uma única vez, do que um homem diferente todos os dias.

Foi absolvido na hora
Corno, porém sensato!

domingo, 19 de dezembro de 2010

O amor é lindo




Uma velhinha de 80 anos foi presa por estar roubando no supermercado.     Quando foi levada à presença do Juiz, ele perguntou a ela: - O que a senhora roubou ?
    E ela respondeu: - "Uma lata pequena de pessegos."

    O Juiz perguntou o motivo dela ter roubado a  lata pequena de pessegos e ela respondeu que estava com fome.
    O Juiz então perguntou a velha senhora quantos pessegos tinha dentro da lata. Ela disse que tinha 6.
    O Juiz proferiu a sentença: - "Eu vou prender a senhora por 6 dias."
    Mas, antes que o Juiz pudesse terminar,o velhinho, marido da velhinha, perguntou se poderia falar sobre o acontecido.
    O Juiz disse que sim e perguntou o que ele queria dizer.
    Aí, o marido da velhinha disse: 

    "Ela também roubou uma lata de ervilhas...."

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Suposto assassino


Um homem estava sendo julgado por assassinato.  Havia evidências irrefutáveis sobre a sua culpabilidade, mas o cadáver não aparecia.  Quase no final da sua alegação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:

-  Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz, tenho uma surpresa para todos. 

-disse o advogado, olhando para o seu relógio-  Em dois minutos, o suposto morto entrará na sala deste Tribunal e assim a inocência do meu cliente, seu suposto assassino, ficará inegavelmente demonstrada.

Dito isto, o advogado ficou olhando para a porta.  Os membros do júri, o juiz, todos os ali presentes, surpresos, olhavam também para a porta, cheios de ansiedade.  Transcorreram dois longos minutos, e nada aconteceu.  O advogado, então, concluiu dizendo:
 
-  Realmente, eu disse isso e todos vocês olharam para a porta com a expectativa de ver a suposta vítima entrar.  Portanto, ficou claro que todos têm dúvidas neste caso de que alguém tenha realmente sido assassinado.  É por isso que lhes rogo que considerem o meu cliente inocente, já que perante a dúvida, o mesmo deve ser declarado absolvido. In dubio pro reo.

Os membros do júri, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final.  

Pouco depois, o júri voltou e pronunciou o seu veredicto:

-  Culpado!

-  Mas, como? -perguntou o advogado- Eu vi todos vocês olhar fixo para a porta.  É evidente que tinham dúvidas!  Como condenam com dúvida?

E o juiz esclareceu:

-  Sim, todos nós olhamos para a porta, menos o seu cliente...

Moral:
De nada adianta ser um bom advogado, se o cliente é um babaca.

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