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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

PRESTIGIANDO O MEC!



FAX DO NIRSO

Pon tumimco.

UM GERENTE DE VENDAS RECEBEU O SEGUINTE FAX DE UM DOS SEUS NOVOS VENDEDORES:

"SEO GOMIS, O CRIENTE DE BELZONTE PIDIU MAIS CUATRUCENTA PESSA. FAZ FAVOR TOMÁ AS PROVIDENSSA.
ABRASSO, NIRSO."

APROXIMADAMENTE UMA HORA DEPOIS, RECEBEU OUTRO:
"SEO GOMIS, OS RELATÓRIO DI VENDA VAI XEGÁ ATRAZADO PROQUE TÔ FEXANDO UMAS VENDA. TEMO QUE MANDÁ TREIS MIR PESSA. AMANHÃ TÁ XEGANO."
ABRASSO, NIRSO."

NO DIA SEGUINTE:
"SEO GOMIS, NUM XEGUEI PUCAUSA DE QUE VENDI MAIS DEIS MIR EM BERABA. TÔ INDO PRA BRAZILHA. ABRASSO, NIRSO."

NO OUTRO:
"SEO GOMIS, BRAZILHA FEXÔ 20 MIL. VÔ PRA FROLINÒPOLIS E DI LÁ PRA SUM PAULO NO VINHÃO DAS CETE HORA.
ABRASSO, NIRSO."

ASSIM FOI O MÊS INTEIRO. O GERENTE, MUITO PREOCUPADO COM A IMAGEM DA EMPRESA LEVOU AO PRESIDENTE AS MENSAGENS QUE RECEBEU DO VENDEDOR.
O PRESIDENTE ESCUTOU ATENTAMENTE O GERENTE E DISSE:
- DEIXA COMIGO, QUE EU TOMAREI AS PROVIDÊNCIAS NECESSÁRIAS." E TOMOU...
REDIGIU DE PRÓPRIO PUNHO UM AVISO E O AFIXOU NO MURAL DA EMPRESA, JUNTAMENTE COM AS MENSAGENS DE FAX DO VENDEDOR:

"A PARTI DE OJE NOIS TUDO VAMO FAZÊ FEITO O NIRSO. SI PRIOCUPÁ MENOS EM ISCREVÊ SERTO, MOD VENDÊ MAIZ."
ACINADO, O PRIZIDENTI".

Viva Mió, e não ci precupe cum detais.

Texto muito oportuno:

( Favor não corrigir, a escrita segue as orientações do curriculares do "MEC" para não discriminar " a minoria" que escreve como fala, isto é cultura ).

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

CHupetas e Camisinha (Condones)

Um homem estava a visitando uma fábrica onde faziam chupetas e preservativos. Durante a visita é acompanhado pelo director. A certa altura, na seção das chuchas ouvem um ruído estranho "Nhac nhac plim, nhac nhac plim, nhac nhac plim".
Muito espantado o homem pergunta que barulho era aquele, e o diretor:
- Quando a máquina faz "nhac nhac" está a dar o formato à chupeta, quando faz "plim" está a fazer o furo para que o bebé possa chupar.
Mais tarde e já na seção dos preservativos voltam a ouvir o mesmo "nhac nhac plim". O homem muito espantado pergunta :
- Mas aqui não se devia ouvir nenhum plim !
- Pois, mas é que se não fossem os plins nós nunca vendíamos chupetas!